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SP ganha espaço para alimentação consciente

14 de maio de 2017 Sem Comentários

No comando dos empresários Alessandra Ades, Rogério Frug e Renato Masumoto, o espaço Maniva é localizado no de Higienópolis, em São Paulo, e tem como foco central a alimentação e consumo consciente, “valorizando sempre o alimento orgânico e o produtor local“, explica Alessandra Ades, sócia e nutricionista.

 

 

A ideia dos sócios é proporcionar e, também, estimular o consumo de alimentos frescos, sempre trabalhando com a sazonalidade, e mostrar como esse comportamento pode impactar tanto na própria saúde quanto no meio ambiente. “Optar pelos alimentos saudáveis e pelo equilíbrio nas refeições, ajuda a nutrir não apenas o corpo, mas principalmente a mente. Sem falar que é um importante investimento pra saúde”, comenta Alessandra.

 

O Maniva conta com o espaço físico com almoço e cafés ao estilo take a way, o empório com produtos exclusivos e de parceiros, o delivery e o e-commerce para produtos congelados. No espaço, os clientes vão contar com um menu que vai do café da manhã – das 8h30 às 11h – ao almoço – das 12h às 15h, e café da tarde. O cardápio conta com massas, moquecas, feijoada vegetariana, farofa entre outros alimentos para o almoço. E todas as verduras e legumes são orgânicos. Para o café tem os expressos, smoothies, sucos – em parceria com o Puro Verde e prensado à frio -, vitaminas e itens pré-treino.

 

Serviço – Maniva
Endereço: Rua São Vicente de Paulo, 603 Higienópolis.
Horário de funcionamento: 2ª a 6ª | 8:30 ás 19h ⏱ Sábado | 9:00 ás 16h
Contato: (11) 2594-6924

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Bambu nos carros vira tendência eco

13 de maio de 2017 Sem Comentários

Nos últimos anos, as montadoras de carro começaram a prestar mais atenção na sustentabilidade e no reaproveitamento de materiais. A Ford, por exemplo, vem se dedicando a pesquisar materiais alternativos à produção de automóveis. Itens curiosos já entraram na lista, como goma de mascar, frutas, rolhas de vinho e o agave, planta usada na produção da tequila. Agora, a Ford China aposta no uso do bambu, essa planta tão tradicional e abundante naquela região, como possível matéria-prima sustentável para a aplicação em componentes do interior dos automóveis. Assista o vídeo.

 

 

As qualidades do bambu são reconhecidos há mais de um século. Thomas Edison experimentou o material quando criou sua primeira lâmpada. Na construção civil, a sua resistência à tensão mecânica (o quanto aguenta ser vergado até se quebrar) é bem conhecida, sendo igual ou melhor que a de alguns tipos de metal. Além disso, por crescer rápido – até 1 metro por dia – e atingir a maturidade em dois a cinco anos, enquanto outras árvores levam décadas, também se regenera facilmente. “O bambu é incrível”, avalia Janet Yin, supervisora de Engenharia de Materiais do Centro de Pesquisa da Ford em Nanjing, na China. “Ele é forte, flexível, totalmente renovável e existe em grande quantidade na China e em diversas outras partes da Ásia”.

 
Nos últimos anos, Janet e sua equipe têm estudado junto com fornecedores o uso do bambu combinado com plástico para desenvolver peças extrarresistentes de acabamento interno dos veículos. Eles verificaram, por exemplo, que o bambu tem um desempenho muito melhor que outras fibras naturais e sintéticas em provas de resistência e impacto, além de manter a integridade após testes de aquecimento a mais de 100°C.

 


Na Ford, o uso de materiais sustentáveis nos veículos só é aprovado depois de atender os rigorosos padrões globais de desempenho e qualidade da marca. Esse trabalho é desenvolvido também fora do laboratório. “Quando eu conto para as pessoas como estamos usando materiais sustentáveis e recicláveis em veículos, ou elas amam a ideia logo de cara ou querem ter certeza de que os materiais são de alta qualidade”, conta Janet Yin. “Depois de entender como funciona esse trabalho, elas aderem à causa”.

 

 

A Ford já usa hoje vários materiais sustentáveis nos seus carros. Entre outros, podem ser citados: o kenaf, planta da família do algodão, em forros de porta; tecido Repreve, feito de garrafas plásticas recicladas, em bancos; algodão reciclado de calças jeans e camisetas em estofamento e isolamento acústico; carpete de nylon reciclado em coberturas de motor; garrafas plásticas recicladas em carpetes e forros de caixas de roda; pneus reciclados ​​em selos e juntas; casca de arroz e palha de trigo como reforço de peças plásticas; e espumas à base de soja em bancos.

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Pós Páscoa, chocolate vira hidratante

12 de maio de 2017 Sem Comentários

A Páscoa passou, e você não quer comer tanto chocolate, mas também não sabe o que fazer com eles? Uma opção é reaproveitar o chocolate ao leite de um jeito diferente. E, o melhor, sem render uns quilinhos a mais. Misturando com os ingredientes certos é possível fazer um ótimo hidratante para o rosto, como ensina a cosmetóloga e diretora do Grupo Spa da Pele, Lucienne Souza. “O chocolate tem como maior benefício o fator umectante, promovendo maior flexibilidade e uma ação hidratante natural e prolongada, além de ter um aroma que desperta os sentidos”, completa Lucienne.

 

 

Hidratante facial de chocolate

Ingredientes:

½ barra de chocolate
1 pote de iogurte natural
2 colheres de sopa de mel
1 colher de sopa de óleo de amêndoa ou canola (opcional)

 

Modo de preparo: Bater o iogurte natural com a barra de chocolate no liquidificador, adicionar as colheres de mel e o óleo (opcional). Lembrando que para quem tem pele oleosa o melhor é evitá-lo. Depois disso é só deixar agir por 20 minutos e retirar com água.

OBS: Para as que querem ir além e relaxar com esse tratamento, literalmente, delicioso é só aplicar a máscara ainda morna na pele.

 

 

Máscara de chocolate e manteiga para pele ressecada

Manteiga derretida (o quanto baste para espalhar pelo rosto)

1 barra de chocolate

 

Modo de preparo: Derreta os dois ingredientes e misture, deixando a consistência leve para espalhar facilmente sobre o rosto. Deixe agir por 15 minutos e lave com água morna.

“Essa máscara pode ser utilizada sempre que o rosto estiver ressecado, pois, o chocolate e a manteiga são ingredientes mega hidratantes”, completa Lucienne.

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BeGreen reaproxima fazenda da cidade

11 de maio de 2017 Sem Comentários

Belo Horizonte recebe hoje a primeira Fazenda Urbana da América Latina, por meio de uma parceria entre o Boulevard Shopping e a Startup BeGreen. Esse modelo de negócio baseado na sustentabilidade e produção de hortaliças sem agrotóxicos possui apenas oito unidades em todo mundo, que estão nos EUA, Suíça, Alemanha, Holanda, Suécia e Japão.

 

 

O espaço de 2.700 m² funcionará no espaço externo do shopping com acesso pelo piso 2. Além da ter uma estufa com capacidade de produzir até 50 mil pés de alfaces baby/mês sem uso de agrotóxicos e em consórcio com a criação de peixes, o espaço foi todo construído aliado à sustentabilidade com com containers que virariam sucata; as mesas e cadeiras do espaço tem como matéria prima a madeira plástica; e o piso foi feito com material de rejeito de mineração. No local também haverá a loja Casa Horta, para a venda dos produtos cultivados e de produtores locais; e a Casa Amora, restaurante conceito ‘farm-to-table’.

 

 

A Fazenda Urbana tem como principais premissas o comércio justo, a produção sustentável e não prejudicar o meio ambiente. O projeto, além da produção livre de agrotóxicos (orgânica), traz todo um conceito alicerçado na sustentabilidade. No espaço, será utilizado o composto proveniente do lixo orgânico da Praça de Alimentação do Boulevard como substrato para o crescimento das verduras; e haverá redução do consumo de água com captação da chuva. Além disso, não terá emissão de CO², pois além da autossuficiência elétrica do projeto, o consumidor final irá adquirir os produtos da fazenda in loco, sem serviços de logísticas e entrega.

 

 

O local será um verdadeiro parque de diversões para quem segue uma vida saudável e trará uma série de benefícios para os visitantes. O projeto também contempla várias ações integradas, como a realização de ações de conscientização de crianças e jovens de escolas públicas e privadas, e eventos e treinamentos de produção sustentável que pretendem atingir pelo menos 1 milhão de pessoas por ano. “Nosso principal objetivo é demonstrar que é possível ser sustentável e produtivo gerando mais empregos, menos lixo e sem prejudicar o meio ambiente. É um projeto inovador, que segue um movimento global que aproxima a produção do consumidor final. O consumidor saberá a procedência de tudo que está consumindo”, explica um dos idealizadores do projeto, Giuliano Bitencourt.

 

 

 

Leia abaixo uma entrevista com o administrador responsável pela fazenda, Pedro Graziano.

Por que Belo Horizonte foi a escolhida para receber a primeira Fazenda Urbana da América Latina? 

Foram vários fatores. O primeiro é pela característica urbana da cidade: Belo Horizonte tem um grande perímetro urbano, uma alta concentração populacional e está ficando cada vez mais longe do chamado cinturão-verde (zonas rurais de produção de alimentos). Hoje as principais produções de hortaliças estão há pelo menos 50km do centro da cidade. Belo Horizonte também é uma das cidades mais acolhedoras do Brasil pela natureza e carisma de seu povo e tem uma grande concentração de movimentos de alimentação saudável, qualidade de vida e negócios de impacto. Outro fator importante é que a BeGreen já opera nos principais supermercados e restaurantes da cidade há 2 anos – onde vendemos hortaliças sem agrotóxicos até então produzidas no município de Betim.

 

Quais são os principais desafios que esse conceito ‘farm-to-table’ ainda tem pela frente em relação ao mercado e ao consumidor brasileiro?

Farm-to-table é um conceito muito novo, ainda mais para os brasileiros por ainda ser inédito, e a prática ou execução deste conceito estava ainda mais distante do consumidor. Porém, como um movimento global, a agricultura urbana já é uma realidade de cidades inteligentes e desenvolvidas e será, sem dúvida, o futuro das próximas gerações. Os principais desafios ainda estão no poder público. As prefeituras e demais órgãos regulatórios ainda não estão preparados para receber uma atividade rural dentro da cidade, e quebrar essa barreira pra evoluir dentro do Estado sempre foi um grande desafio de empresas inovadoras no Brasil e não é diferente para a BeGreen.

 

De que forma o projeto pretende resgatar essa conexão das pessoas da cidade com a comida?

Minha avó me dizia que há algumas décadas toda família comia o que plantava no quintal de casa, porém a população veio para a cidade e as produções de alimentos continuaram no campo. Esse movimento nos trouxe problemas como perda de qualidade do alimento, alto desperdício, dificuldade na fiscalização, aumento de preços, piora do trânsito, aumento de emissão de gás carbônico, entre outros. Agora está na hora da reconectarmos as pessoas com seus próprios alimentos e a BeGreen fará isso de forma muito simples e integrada. Ao trazer a produção para o centro da cidade, todos saberão a origem de seu alimento, poderão visitar, conhecer e acompanhar o crescimento de cada cultivar – exatamente como minha avó fazia antigamente. As crianças poderão aprender, na prática, como funciona e como se produz os ingredientes de sua salada enquanto os pais terão acesso à produtos frescos de verdade, sem agrotóxicos e com preço acessível. Desta forma estaremos impactando toda a família e toda a cidade, pois haverá menos desperdício, menos água utilizada, menos caminhões nas ruas, menos emissões de gases poluentes e muito mais sabor, frescor e qualidade de vida.

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Avental vegano customizável

19 de abril de 2017 Sem Comentários

Coberto por vegetais, frutas, folhas e legumes, a Você Q Faz, marca com mais de 40 produtos para customização, acaba de lançar um avental para atender a um público que não para de crescer, os veganos.

 

A peça lembra aquela moda de uns anos atrás dos “livros de colorir”, pois cada avental vem com estampas que podem ser coloridas. O material acompanha quatro canetinhas coloridas que não saem após a lavagem. “Os produtos são produzidos com algodão e nenhum foi testado em animal. Vale ressaltar que as canetinhas são atóxicas e sua base química é água“, afirma o diretor da marca Rafael Boni Ruschel.

 

 

O avental vegano da marca promete inovar os conceitos de estilo na cozinha. Além de poder ser customizado, o produto é alegre e bem-humorado. “A Você Q Faz tenta agradar a todos os públicos e oferece opções de produtos para personalizar que atendem de bebês a avós. O público vegano está representado pelo avental que retrata um novo estilo de vida”, explica Ruschel.

 

A marca da Você Q Faz oferece também outros modelos de aventais, como “Tempero do chef”, “Gostosuras” e “Família Delícia”, além de bodies de bebês, camisetas, quadrinhos, almofadas, etc.

 

 

O kit do avental custa R$55,00 para adultos e R$ 45,00 para crianças nas lojas físicas ou na virtual. É possível adquirir mais canetinhas coloridas e acessórios de customização a parte.

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