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Guia Slow Lifestyle, para facilitar a vida

7 de abril de 2016 Sem Comentários

Na prática, conhecer empresas, marcas, produtos e inciativas que fomentem a cultura slow (aquela contrária a do fast – fashion, food… etc) requer bastante dedicação. Mas, aos poucos, essas lindezas vão se mostrando pra gente. E, uma das ideias mais bacanas que veio para facilitar a vida da gente é o Guia Slow Lifestyle. A edição 1 da publicação impressa, em formato de revista independente,  tem uma seleção mega especial em diversas áreas do estilo de vida. Mas o dois já está sendo produzido também…

 

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A primeira edição tem como foco a cidade de BH e foi idealizada e lançada em novembro de 2015 pela equipe supercompetente formada pela Luna Siqueira, designer editorial; Bruna Miranda, editora geral e colunista de moda e Silvia Vasconcellos, fotógrafa editorial e colunista de gastronomia.

 

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Quer trocar aquela vida no piloto automático por uma com mais equilíbrio, significado e realização? Inovações sustentáveis, bem-estar, tudo aquilo que contribui para uma vida mais saudável e leve e um retorno de valores adaptados ao mundo conectado, à conscientização sobre o consumo consciente e uma nova economia. Pega o seu guia, põe debaixo do braço e vá conhecer alguns desses lugares.

 

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São marcas de beleza e bem-estar como a de produtos orgânicos Seja Bio e o Spa Lótus, de comes e bebes, como a Sorveteria Inventiva e de saladas no pote – Poró, e de moda, como a loja de bolsas e mochilas Dilim, e a joalheria Lis Haddad. E para levar esse projeto adiante as meninas pensaram em tudo, escolhendo inclusive duas duas gráficas sustentáveis: a Eko Foot Print e a Halt.

 

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Para adquirir o seu Guia Slow, que tem o valor de R$ 10 por exemplar, é só  só mandar um e-mail para review@reviewslowliving.com.br. Em BH, o guia também está sendo distribuído em alguns pontos de vendas, como: Casa Amora, Café com Letras, Uber Trends. Saiba mais AQUI.

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Casa Amora: charmosa comida saudável

6 de abril de 2016 Sem Comentários

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Sempre ouvi falar muito bem da Casa Amora, mas infelizmente nunca tinha visitado esse restaurante super charmoso em BH. O imóvel em que o restaurante está instalado, por si só, chama atenção pela arquitetura e pela decoração descolada, mas ao mesmo tempo aconchegante. Mas nada disso importaria se a comida não fosse boa, não é mesmo… e quanto a isso também não tenho do que reclamar! Aliás, pretendo voltar mais vezes. Continue lendo pra saber por quê.

 

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Apesar de aberta por três nutricionistas, as idealizadoras da casa não queriam ser associadas ao rótulo de light nem natureba, e a solução que encontraram, pra mim, foi surpreendente, pois elas conseguiram dar uma estilizada no modelo self-service. Por trás de um balcão de vidro, o freguês não se serve, mas escolhe tudo o que quer comer.  As opções começam pelas salada, sem seguida os acompanhamentos e depois, as carnes – esses últimos é que vão determinar o preço do seu prato, associado a quantidade de acompanhamentos escolhidos.

 

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Diariamente, há cinco saladas (à base de folhas e de grãos), quatro guarnições quentes e três carnes. Os preços dos pratos variam entre R$ 17,90 e R$ 28,90 – (não lembro exatamente). No fim das contas, o cliente pode comer de forma mais saudável ou montar um prato mais substancial, com a rapidez do self service, mas sem se deparar com aquela comida remexida. Além disso, as saladas de folhas são feitas com os produtos da Be Green Farm – cultivadas em estufas fechadas, sem a necessidade de agrotóxicos e, por isso, estão sempre fresquinhas.

 

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Na foto acima: meu prato e o delicioso bolo de brownie que estava quentinho e irresistível

 

“A Casa Amora é um restaurante que se preocupa com o que você come. Aqui se preza o aconchego no ambiente e no atendimento, afinal, a gente acredita na importância de uma refeição. Somos um restaurante mas também temos uma charmosa vendinha, onde você encontra utensílios de cozinha e produtos que fazemos com o maior carinho” – diz a empresa pelo seu Facebook.

 

Eu devo ter ficado, no mínimo uns 30 minutos vendo tudo da vendinha (e resistindo pra não levar…) são louças, papelaria, carimbos, cafés, condimentos, mel e coisinhas que servem de presentinhos fofos e divertidos. Também não tenho nada a dizer do atendimento. No dia que estive na casa, cheguei cedo e por isso não tive dificuldade de encontrar mesa e nem de ser atendida, mas quando sai a casa já estava bem mais cheia. Quem já foi me conta o que achou a´nos comentários!

 

 

SERVIÇO – Casa Amora

Endereço: Rua Paraíba, 941 – Belo Horizonte

Horário de funcionamento: de segunda à sexta, das 11:30 às 15h, e sábados, de 12h às 15h30.

 

Fotos: reprodução Facebook

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Um pedacinho da Itália na Savassi

28 de março de 2016 Sem Comentários

No coração da Savassi está um dos sorvetes mais deliciosos que já provei. A Lullo Gelateria segue a linha das sorveterias que, de certa forma, já se tornaram mais comuns em BH, aquelas que fabricam os “gelatos” italianos. O diferencial da Lullo  (e que me fez sair de casa em pelo sábado de folga pra bater perna!) é que ela possui cinco sabores veganos: chocolate, amora preta, limão siciliano, maracujá e morango. O de chocolate vegano, por exemplo, é comporto por 50% de chocolate, 100% de água e nenhuma adição de gordura animal. O sabor é maravilhoso!

 

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Além disso, para fabricar as outras dezenas de opções, tanto o leite, como o creme de leite “são entregues diariamente na Lullo e com cuidado e controle total da granja de não utilizar hormônios artificiais nas vaquinhas”, informa a Lullo pelo seu Instagram (@lullogelato).

 

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Nas plaquinhas, os nomes dos sabores aparecem em italiano e em português. As bolinhas identificam os sabores glúten free (azul) e lactose free (verde). Os gelatos também não possuem gordura trans. A casquinha é fabricada na hora e possui três sabores: baunilha com limão siciliano, chocolate e caramelo com flor de sal. Ah, e a casquinha ainda pode vir recheada com chocolate meio amargo ou belga.

 

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A minha escolha no dia foi: chocolate vegano, amora preta e limão siciliano com casquinha de caramelo com flor de sal e recheada com chocolate belga.

 

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Alguns sabores são bem ousados, como o de abóbora com gengibre e sal rosa do Himalaia, pistache de Bronte (considerado o melhor do mundo), yogurt com amarena,  mascarpone ao figo e tangerina com manjericão, e açaí branco – esse tipo exótico, que na verdade é verde, tem as mesmas características energéticas da fruta tradicional, mas com o gosto (e cor) parecido com o do abacate.

 

 

Vale muito a pena experimentar!!!

 

 

SERVIÇO:

Endereço: Rua Antônio de Albuquerque, 617 – Savassi

Horário de funcionamento: domingo a quinta: das 12h às 22h / sexta e sábado: das 11h às 23h

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Inspirações para uma Páscoa mais sustentável

25 de março de 2016 Sem Comentários

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Nem só de chocolate se faz uma Páscoa. Pelo contrário, o significado da data vai muito além dessa delícia. E, para ajudar as pessoas que estão tentando fugir dos ovos (até mesmo pelo preço!), mas não sabem como presentear ou decorar a mesa (e a casa!) sem fugir do tema, separei uma seleção de boas e fáceis ideias para tentar colocar em prática. São todas ideias que podemos fazer em casa, sem muitos gastos – bem Do It Yourself (DIY) – e que priorizam a reutilização de materiais. Corre que ainda dá tempo!

 

 

Cupcakes!!!!

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Coelhos!!!

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Decoração e mimos!!!

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Santos Dumont na era do consumo consciente

22 de março de 2016 Sem Comentários

Você sabia? Os passageiros que estiverem aguardando um voo no aeroporto Santo Dumont, no Rio de Janeiro, podem carregar a bateria de seus aparelhos eletrônicos com energia solar. O novo equipamento é fruto da parceria com a Sunlution, empresa brasileira líder na geração distribuída – solar e hibrida.

 

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Os usuários têm à disposição um totem para carregador de celulares, tablets e computadores portáteis com abastecimento de um sistema de energia solar. O sistema é composto de painéis solares de filme fino, flexíveis e leves, montados no telhado do aeroporto. São telhas metálicas, que não suportam o peso de painéis fotovoltaicos tradicionais.  A iniciativa, segundo a Sunlution, é o primeiro projeto do gênero no Brasil.

 

 

Anualmente, o Santos Dumont registra um volume médio de 8 milhões de usuários. Muitos utilizam as tradicionais tomadas e carregadores espalhados pelo local para carregar seus dispositivos móveis, aumentando assim o consumo elétrico da administração central do aeroporto.

 

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